Muitos candidatos em vestibulares e concursos públicos são eliminados por não atingir uma boa pontuação nas questões subjetivas, quando precisam colocar no papel suas ideias. O problema se agrava quando além das respostas menores há redações, que exigem uma produção escrita mais extensa e mais elaborada.
A baixa pontuação, culminando com a eliminação do candidato, tem como causa a baixa qualidade do texto produzido, que por sua vez se explica pela dificuldade em interpretar as questões subjetivas, cujos comandos às vezes são calculadamente complicados quanto àquilo que exigem do candidato em termos das respostas. Ou seja, se o candidato tiver grandes dificuldades em compreender o comando da questão, o sentido do texto, aquilo que está sendo dito, com certeza ele terá uma produção deficiente, com uma pontuação baixa e será eliminado.
Por que, então, muitos candidatos não sabem interpretar as questões, e não sabem produzir um texto, seja ele curto ou extenso, como na redação? A resposta parece ser dura, porém reflete a realidade de muitas pessoas, que é a falta de um repertório de vocabulário e conhecimentos, capaz de torná-las aptas a produzir textos bem elaborados, com coesão e coerência, argumentos consistentes, enriquecidos e fundamentados em fatos e dados da realidade.
Para chegar a esse nível, o candidato precisa demonstrar uma cultura geral apoiada em consistente base de leitura. Quem não lê, não escreve. Tal assertiva é real, dura, e precisa ser levada a sério por quem objetiva alcançar metas seja na vida acadêmica seja na vida profissional. Como resolver, então, a deficiência decorrente da falta de leitura? Abaixo, seguem algumas dicas.

